
Continua no Hawaii a expectativa pela realização da Tow In World Cup, o campeonato mundial de ondas grandes.
O forte swell que estava previsto para a última sexta (7/2) proporcionou ondas de 25 pés de face, com algumas séries maiores. Porém, o mar voltou a baixar no sábado (dia 8/2).
Até este momento, a expectativa é de ondas nesta terça-feira (11/2). A janela de espera para a realização da prova vai até o dia 28 deste mês.
Enquanto o evento não rola, confira entrevista com Danilo Couto, parceiro do campeão Rodrigo Resende nesta segunda edição da Tow In World Cup.
Quais são suas expectativas para a Tow In World Cup?
As melhores possíveis. É o evento com as maiores ondas do mundo, ideal para quem realmente gosta de onda grande.
Como está sendo este temporada havaiana?
Muito boa. Desde setembro não parou de quebrar, rolaram muitos dias grandes para fazer o treino para o tow-in.
Como está sendo o treinamento da dupla?

Estamos realmente concentrados no tow-in, saindo nas mais diversas condições.
Fale sobre seu parceiro.
Rodrigo Resende é “apenas” o atual campeão da World Cup. Foi uma honra ter sido escolhido. Espero que possamos fazer um bom surf no dia do evento.
Tem muita gente fazendo tow-in no Hawaii?
Muita! Nunca vi tantos praticantes. Mas quando o mar fica grande mesmo, é tranqüilo.
A falta de ondas grandes no Brasil atrapalha muito o treinamento dos brasileiros?
Não deveria, pois quem está no ramo tem de estar onde as ondas estão. No nosso caso, moro no Hawaii e, no verão, vou ao Tahiti e à Indonésia. Rodrigo também viaja muito pela América do Sul. Ou seja, estamos pegando onda grande o ano todo.
Você acha que existem favoritos para a World Cup?
Sim, acredito muito na atuação de caras como Rodrigo, Noah Johnson, Garrett… Porém todos os convidados têm apetite.
Como você classifica o tow-in em relação ao surf de remada? Uma evolução ou um esporte diferente?
Uma evolução, pois, após você estar apto a pegar 25 pés no braço, o próximo passo é surfar essas ondas. Mas acho muito importante sempre continuar remando.
Qual o futuro do tow-in?
A conquista das maiores ondas imagináveis. Realmente gigantes.