Enquanto ao lado esquerdo do Quebra-Mar de Santos os surfistas competiam pela primeira etapa do campeonato santista na semana passada, do lado direito uns poucos sortudos aproveitavam o swell para desafiar a força das ondas no pico conhecido como Prainha, que naquele dia atingiram mais de dois metros em algumas séries.

 

Espremida entre o emissário e a ilha de Urubuqueçaba, as ondas do local passam lambendo as pedras e uma vaca ali pode significar momentos de terror.

 

As ondas se formam na frente do Quebra-Mar e correm em direção à ilha. Talvez pelo cano que passa embaixo, ou mesmo pela proximidade das pedras, que fornecem um balanço extra, essas ondas costumam ser mais rápidas e pesadas do que as direitas, sempre com alguns centímetros a mais.

 

Para quem está sobre o Quebra-Mar o show de surf é garantido, com os surfistas passando a poucos metros do local.

 

O emissário submarino começou a ser construído pela SABESP em 1974 e foi finalizado em 1978.

 

Os tubos de aço que correm submersos por mais de quatro quilômetros foram importados da Sardenha, Itália, e o aterro conta com uma área de mais de 8 mil metros quadrados, formando um palco perfeito para os campeonatos de surf.

 

Clique aqui para ver a galeria de fotos da session.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.