Por Rogério Melo
O farol do canal 6, em Santos, é uma referencia pra muitos atletas, remadores, nadadores e outros praticantes. Parcialmente destruído, e distante do atual canal de de entrada do porto da cidade, ele serve mais como referência de distância para os raticantes de esportes aquáticos do que orientação aos navegadores
Na última semana, às 7h00, durante uma sessão de treinos com meus alunos, Flavio Frias e Ricardo Zago, escutamos um pedido desesperado de socorro. Olhamos em direção ao grito e avistamos um nadador, sozinho sem nenhum acompanhante ou suporte técnico, se debatendo na água.
Imediatamente remamos em sua direção e repidamente conseguimos alcançá-lo. Usando um de nossos stand ups como suporte, colocamos o nadador sobre a prancha e prestamos ali mesmo os primeiros socorros. Ele estava sofrendo com câimbras muito fortes e mal conseguia se mexer. Logo chegou um bombeiro remando em um longboard de resgate para levar o rapaz em segurança para a terra firme, tranquilizando a todos. Ele avistou a confusão de seu posto de salvamento e nos alcançou com uma velocidade supreendente. Esses profissionais merecem todo o nosso respeito!
Não sei o que aconteceria se a gente não estivesse ali naquela hora. Logo após ocorrido, veio em mente a importância de um acompanhante, técnico ou uma assessoria para o esporte aquático. Mares, rios e lagos não são brincaderia e você tem que estar preparado para imprevistos, principalmente em um ambiente hostil. Evite sair para qualquer atividade aquática sozinho e não se esqueça de avisar alguém de confiança quando for se aventurar pelas águas de nosso planeta!



