Renato Galvão

Sununga, pico sinistro

Quando eu era criança, frequentava a praia com os amigos. Brincávamos de pegar jacaré e jogar sonrisal, mas, nunca imaginei a possibilidade de surfar.

 

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A galera pegava onda havia muito tempo no pico, caras como Caixa d’água, Burucutu, Pinóia, Capeta e alguns outros locais das antigas. Estes malucos foram os pioneiros.

 

Sununga, Ubatuba (SP), é uma praia pequena, conhecida pelo turismo e pela sua beleza natural. Além de contar com a famosa gruta que chora. 

 

É uma praia linda, com um charme muito especial. O pico recebe ondulação de Sul e Sudeste, mas não é sempre que tem altas ondas. Vale lembrar, que é um lugar muito perigoso.

 

A onda explode no paredão de pedras que fica no canto direito da praia, produzindo uma onda lateral para direita. Quando ela volta, se encontra com a próxima e faz um triângulo animal. É muito louco!. 

 

Você vem em uma onda de meio metro e logo ela se transforma em um tubo de 2 metros com a areia. 

 

Se vacilar, certeza que vai sair rolando e comer areia. 

 

A onda segue paralela à praia, proporcionando algumas sessões de tubos e manobras.

 

Vale lembrar, que a galera do skimboard domina o pico, uma galera muito gente fina, que treina praticamente todos os dias. 

 

Tem que tirar o chapéu para os garotos, os caras surfam muito e pegam altos tubos!

 

Quero mandar um abraço para a galera da Auskin e aos amigos da praia do Lázaro e da Sununga. 

 

Parabéns  também para os locais Renato Lima e Leandro Azevedo, que representaram Ubatuba com um show de surf e foram terceiros colocados na etapa do mundial skimboard que rolou na Sununga.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.