Cearense Charlie Brown é um dos brazucas que marcam presença na temporada havaiana. Foto: Silvia Winik.

A nova geração brasileira está bem assistida no Hawaii. Desde o começo da temporada notei o grande número de atletas da nova geração buscando experiência e tato na Meca do surf mundial.

 

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Um dos detalhes mais importantes é o apoio e incentivo dados pelas empresas brasileiras aos jovens atletas. A galera só anda em bando pelo North Shore.

 

No começo da temporada era a galerinha da Quiksilver, Hang loose, Volcom, e agora da Oakley e Mormaii, sempre orientados por experientes surfistas profissionais, fotógrafos, cinegrafistas e managers. Ponto para o surf brasileiro.

 

Na última quarta-feira em Off the Wall, em um mar de cerca de 1 metro, a molecada
esbanjava força física e talento, remando exaustivamente e surfando onda atrás da outra.

 

Mais de 15 surfistas da nova geração no pico. Só tinha brazuquinha. A primeira cena que vi ao chegar na praia foi um tubo lindo de Julio Terres. O garoto gosta da fruta.

 

Durante a sessão, Wiggoly Dantas e Jadson André quebravam as ondas. Guilly Brandão, Haroldo Ambrósio e eu ficamos mais ao lado buscando mais tubos.

 

O vídeo explica melhor minhas palavras.

 

Aloha

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.