Supergirl Pro

Silvana segue na briga

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Oceanside Pier, San Diego, Califórnia, EUA Foto: Fernanda Daichtman

Neste sábado, 25 de julho, as ondas de Oceanside, Califórnia, foram palco do Paul Mitchell Supergirl Pro, evento do calendário do Qualifying Series feminino da World Surf League, valendo valiosos 6000 pontos para quem busca uma vaga entre as melhores do mundo.

O público que lotou o entorno do pier de Oceanside, pôde ver boas performances de surfistas buscando seu espaço no esporte, e também de Tops, como a atual segunda colocada no ranking da WSL Courtney Conlogue, a brasileira Silvana Lima, a defensora do título do evento Sage Erickson, além de Johanne Defay, Laura Enever, Malia Manuel, Tatiana Weston-Webb, Lakey Peterson, Alessa Quizon, Coco Ho, e Nikki Van Dijk.

No primeiro dia de competição, cinco rounds foram disputados e, além de Silvana, outras quatro brasileiras caíram na água: Bruna Schmitz, Jacqueline Silva e Suelen Naraisa.

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“Feliz por avançar”, comemorou a Top em seu Instagram.

Nas baterias iniciais, as brasileiras conseguiram avançar sem grandes problemas. Já no terceiro e quarto round, respectivamente, Suelen Naraisa e Bruna Schmitz comentaram interferências em suas baterias e acabaram eliminadas, assim como Jaqueline Silva, que também no quarto round, terminou na última colocação e também deu adeus ao evento.

Já a Top Silvana Lima, que estreou somente no quarto round, não perdeu nenhuma vez, fechando todos os seus duelos na primeira colocação.

A surfista cearense já está classificada para o sexto round onde enfrenta a surfista de Barbados, ChelseaTuach.

Confira abaixo os confrontos marcados para este domingo, 26 de julho.

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Duelo de Tops: Abrindo o round 6, a atual campeã do evento, Sage Erickson, enfrenta a francesa Johanne Defay. Foto: Steinmetz / ASA Productions

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.