Show continua em Sunset

O O’Neill World Cup of Surfing 2006 tem continuidade nesta sexta-feira, em boas ondas de 2 metros em Sunset Beach, Hawaii.

Clique aqui para ver as fotos

Válida como a 44a e última etapa do WQS, a prova tem nível 6 estrelas e distribui US$ 125 mil em prêmios.

 

As disputas foram reiniciadas com as baterias pendentes da quarta fase.

No quinto duelo da rodada – o primeiro do dia -, o paulista Odirlei Coutinho encara o espanhol Aritz Aranburu e os australianos Phillip MacDonald e Adrian Buchan.

Mais oito brasileiros entram em ação na quarta rodada. Os atletas Adriano Mineirinho e Victor Ribas, já classificados para o quinto round, completam a lista de brazucas na briga pelo título em Sunset Beach.

Seleção brasileira –
Marcondes Rocha e Odirlei Coutinho ainda possuem chances matemáticas de classificação para o WCT e são os últimos que podem aumentar, pelo WQS, o número de brasileiros para a elite do surfe mundial do ano que vem.

 

O paulista Adriano de Souza e o cabofriense Victor Ribas são os únicos que aparecem entre os 27 que são mantidos pelo ranking do WCT.

Vitinho também tem vaga confirmada pelo WQS, que está garantindo o retorno do catarinense Neco Padaratz e já apontando duas novidades na ?seleção brasileira?, o pernambucano Bernardo Pigmeu e o carioca bicampeão brasileiro Leonardo Neves.

O gaúcho Rodrigo Dornelles defende uma das três últimas vagas na O?Neill World Cup of Surfing e o carioca Raoni Monteiro pode ser o sétimo integrante, se receber um dos wildcards (convites) oferecidos pela ASP aos surfistas que tiveram alguma contusão na temporada, como foi o caso dele no início do ano.

Para aumentar a participação brasileira entre os tops da ASP, Marcondes Rocha precisa no mínimo chegar nas semifinais em Sunset Beach e terminar entre os cinco primeiros colocados, enquanto para Odirlei Coutinho só interessa a vitória ou um segundo lugar, resultados bastante difíceis de alcançar.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)