Há alguns anos, fazer uma prancha de isopor (EPS) poderia soar estranho para a maioria. Contudo, os anos passaram e isto tornou-se uma realidade tão comum como fazer uma prancha convencional de poliuretano (PU).
Atualmente, é fácil adquirir uma prancha em EPS de qualidade, entretanto, para o fabricante encontrar um fornecedor que consiga fornecer um EPS de “qualidade constante” e com o mesmo “padrão de atendimento”, não é tão fácil. Muitos aparecem e depois somem do mercado, ou a cada dia entregam um produto diferente.
Diante destas dificuldades, os empresários do segmento de pranchas, Miguel Jorge e Sylvio Zampol, investiram em um projeto de EPS moldado com alta densidade.
Os blocos de isopor foram projetados para atender à maioria das pranchas fabricadas, sendo dois modelos, 6’2” e 6’10”, com características de larguras, espessuras e curvas desenvolvidas visando a facilidade de usinagem / corte em máquinas CNC, o que facilita em muito o trabalho de operação.
Outro ponto de destaque é a densidade de 32 kg/m³, que dispensa a necessidade de prime, ou massa para isolamento – isso permite que a prancha seja laminada diretamente, o que agiliza em muito o processo de fabricação das pranchas.
Quanto à aparência, tanto antes como depois da laminação, as pranchas apresentam um visual diferenciado e único, pois as micro-pérolas do isopor mal aparecem, tampouco lembram o poliuretano com suas células visíveis.
Os shapers que não fazem uso de máquinas também são beneficiados. Os blocos têm duas opções de curva, o concave já vem pronto e o bloco não vem empenado.
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