Seletiva define equipe para Mundial Pro Junior

#Pelo quinto ano seguido a ASP (Association of Surfing Professionals) realiza o Mundial Pro Júnior de Surf, campeonato que define o melhor surfista profissional do mundo com até 20 anos de idade ? no qual o Brasil já chegou ao lugar mais alto do pódio, em 2000, no Hawaii, com o carioca Pedro Henrique.

A exemplo dos quatro anos anteriores, os competidores sul-americanos serão definidos novamente Billabong Pro Júnior, que terá a primeira de duas seletivas neste final de semana (20 e 21/07), na praia de Maresias, em São Sebastião, litoral norte de SP. A segunda seletiva acontece entre os dias 27 e 29 de setembro, em local a ser definido.

A proposta da competição é incentivar a nova geração sem interferir nos estudos da garotada. Para isso, são feitas seletivas regionais classificando os 48 melhores para a grande final, que neste ano será realizada novamente em Phillip Island, Austrália, entre os dias 1 e 9 de novembro.

A competição, agora com o patrocínio da barra de cereais Nutry, da Nutrimental, distribuirá US$ 5 mil aos melhores da etapa, além de prêmios extras, como a Bleat Air Show (melhor aéreo do final de semana) e a Red Beach Best Wave (nota mais alta da competição), oferecendo R$ 500 a cada vencedor. Para chegar ao Mundial, os brasileiros terão de estar entre os seis melhores do Billabong Pro Júnior.

A nova geração promete e a disputa deve ser acirrada. Entre os nomes mais cotados estão os cariocas Raoni Monteiro, Pedro Henrique e Bruno Santos, o paranaense Jihad Khodr, os paulistas Bruno Moreira, Adriano Mineirinho, Vitor Faria, Gilmar Silva, Hizunomê Bettero e Saulo Júnior, o pernambucano Bernardo Pigmeu, os cearenses Heitor Alves e André Silva, o alagoano Marcondes Rocha e os catarinenses Jean da Silva, Fernando Moura e Gustavo Santos.

#Destes, Raoni e Pigmeu são os mais experientes em se tratando de Mundial Pro Júnior. Os dois já competem desde a primeira edição, em 98, quando garantiram vagas entre os seis melhores do país e disputaram a final no Hawaii. Vale lembrar que dois talentos brasileiros que hoje figuram no WCT ganharam projeção no Billabong Pro Júnior, o pernambucano Paulo Moura e o potiguar Marcelo Nunes.

No exterior não é diferente. O atual bicampeão mundial pro Junior é o australiano Joel Parkinson, estrela do WCT. Outros exemplos são os irmãos havaianos Andy e Bruce Irons. No total, estão previstas 22 seletivas em todo o mundo, sendo 11 patrocinadas pela Billabong, que também realiza a grande final, o Billabong World Champs.

A direção técnica das seletivas sul-americanas está nas mãos de Daniel Friedmann, surfista veterano e um dos responsáveis pelo alto nível dos campeonatos no Brasil. Friedmann tem grande experiência na direção de grandes eventos, tendo dirigido por várias vezes a etapa brasileira do WCT (World Championship Tour), primeira divisão do surf mundial.

O Billabong Pro Junior ainda premiará o campeão das seletivas (o atleta que tiver o maior número de pontos na somatória das duas etapas) com uma passagem para a Austrália, facilitando assim a sua viagem para disputar o mundial.

O Billabong Pro Júnior tem o patrocínio da barra de cereais Nutry, da Nutrimental e co-patrocínio da Sthill, Overboard, Sun Peak, KYW, Bleat, Uluwatu, Red Beach. Apoio: Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer, do Governo do Estado de São Paulo, Turco Loco, Hotel e Pousada Tambayba, Revistas Fluir e Maneco, Waves, Sportv, Enseada FM e Prefeitura de São Sebastião. Realização da Billabong, Association of Surfing Professionals, Associação Brasileira de Surf Profissional, Federação Paulista de Surf e Associação de Surf de São Sebastião.

Acompanhe a cobertura exclusiva do evento no site Waves.Terra.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.