Rumo à decisão do brasileiro amador

Olá, galera!

 

Mais um campeonato, mais uma história. Não ganhei, mas pelo menos também não
fiquei em quarto.

 

Fui a segunda colocada na terceira do circuito paranaense, realizada no último final de semana na Ilha do Mel.

 

Este é o terceiro campeonato seguido que eu fico em segundo. Agora, vou para São Francisco do Sul, onde rola a quarta e última etapa do Brasileiro Amador. Estou em sexto nos dois rankings: Júnior e Open.

 

E, desta vez, se eu

ficar em segundo de novo, não vou ficar triste. É que as quatro primeiras vão para o Tahiti representar o Brasil nas Olímpiadas do Surf, o ISA Games, realizado a cada dois anos.

Esta época do ano tem muitos campeonatos. É um atrás do outro. Na ilha eu poderia ter vencido, mas na bateria final não consegui achar uma onda boa para fazer a nota.

 

Mas, quem ganhou foi a Manoela, uma menina bem legal que mora lá. Para ela, foi muito importante ter vencido, por isso não fiquei triste com o resultado.

 

Foi um fim de semana bem legal. Levei comigo nossa mais nova surfista, a Victória, que chamamos de Vic. Ela tem 10 anos e começou a surfar no ano passado.

 

Hoje, ela usa uma prancha antiga minha e, como mora no apartamento bem em frente à minha porta, nós treinamos juntas todos os dias.

 

É como seu eu estivesse me vendo com 10 anos. Isso porque ela é loira e tem olhos azuis, assim como eu. Na água, dou uma força e é muito legal ficar acompanhando sua evolução. Em Matinhos são poucas as meninas que pegam onda. É ruim eu ficar surfando sozinha só com os meninos.

 

Beijos

 

Bruna

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

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