Marbras Et Mundi

Projeto conscientiza galera na Bahia

 

Cartaz dos eventos que rolam no projeto Marbras Et Mundi. Foto: Reprodução.

O Billabong Surf Eco Festival, válido como etapa brasileira do WQS, acontece entre os dias 16 e 22 de junho, na praia do Forte, Mata de São João (BA).

Além da competição, rolam também atividades do projeto Marbras Et Mundi, coordenado pela surfista, bióloga e educadora ambiental, Carla Circenis.

O projeto conta com programas do Projeto Tamar e do Instituto Baleia Jubarte, além de mutirões de limpeza de praias, ações educacionais, palestras e exposições comemorativas do ano internacional do Recifes de Corais.

O Marbras Et Mundi tem o objetivo de estimular a responsabilidade sócio-ambiental de todos os participantes.

A palestra pretende demonstrar o impacto ambiental gerado na produção de pranchas de surf e alternativas desenvolvidas pelo grupo gestor do projeto.

Com isso, cria-se a possibilidade de realizar o “III Fórum Mundial: Alternativas Sustentáveis para a Indústria do Surf”, que tem a finalidade de abrir um Protocolo de Intenções para desenvolver um processo de sustentabilidade local.

O fundador do projeto e surfista Paulo Eduardo confirmou presença em uma oficina de recuperação dos resíduos gerados na fabricação de pranchas e em palestras do evento.

Para obter mais informações, envie mensagem para [email protected] ou [email protected] .

O projeto Marbras Et Mundi conta com patrocínio da Rummobat. Apoios: Quiksilver e Surfrider Foundation.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)