Primeiro Hawaii a gente nunca esquece

Olá, galera!
 
Na última coluna, falei sobre a minha primeira semana no Hawaii.
 
Então… Na quinta-feira fomos para Maui. Pegamos um vôo rapidinho de Oahu até lá, mas fomos parar num aeroporto do outro lado da ilha.

 

Pude acompanhar o campeonato de perto. Este foi um dos objetivos da minha viagem:

ver de pertinho a última e decisiva etapa do Circuito Mundial. Foi muito legal.

Fui “caddie” da Jacqueline Silva. Entrei na água com ela, e fiquei no canal onde não quebram ondas.

 

Minha função era trocar de prancha com a Jacque, caso quebrasse a dela ou fosse necessário por algum outro motivo. Mas, não precisou e eu pude ver do melhor lugar uma bateria do WCT. Foi show!!

Durante o campeonato tirei muitas fotos e dei bastante entrevistas.

 

Foi legal conhecer a Layne Beachley. Ela ganhou de novo, pela sexta vez. Ela é muito legal. Mas, não entendi muito o que me falou.

Pena que o campeonato não dura mais do que dois dias. Na sexta-feira estava
terminando e no sábado eu já estava de volta a Oahu. Agora, é hora de surfar, surfar e surfar.

 

Estou com saudades de casa, mas só volto depois de pegar muitas ondas e evoluir o meu surf.
 
beijos
 
Bruna

 

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Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.