Prancha nova, vida nova

Não vou mesmo para África, mas gostaria de agradecer o apoio de todos. Não deu nem tempo de ficar triste.

 

Chegou a minha prancha nova. E do jeito que eu tinha pedido.

 

Ela é toda rosa, com uma listra laranja entre o deck e o espelho. Linda, muito linda!

 

Tem gente que não gostou porque é muito chamativa. Não achei e o meu técnico Tusca achou legal, pois isso é importante nos campeonatos porque as manobras aparecem mais.

 

Fiquei tão feliz que fui dormir com ela. Antes, coloquei os adesivos dos meus patrocinadores, colei o deck e passei parafina. Fui dormir sonhando em pegar altas com ela. Mas não é que acordei, tomei café da manhã, me arrumei colocando o slive e fui pra praia. Só que onda que é bom, nada. Não tinha nem um meio metrinho miado para testar ela. O fim de semana foi todo assim. Não caí nenhum dia. Estou esperando entrar outro swell para poder surfar.

 

Tem campeonato no final do mês e quero usar ela. Estou impressionada porque é muito leve. O Rubinho (shaper Rubens Canfield) fez que nem ele faz as do Jihad. É muito leve mesmo e só com pranchas novas é que você pode evoluir o surf. Pelo menos isso é o que o meu irmão Alessandro diz.

 

Agora vou esperar as ondas e treinar bastante. A minha próxima competição será em Pernambuco. Vou pra lá a segunda vez este ano. Pra mim, que moro no Paraná serão dois ou três dias de viagem. Mas, vale a pena. Estou em quarto lugar neste circuito Petrobrás.

 

Beijos

 

Bruna

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.