Praia do Forte define circuito paraibano

A praia do Forte, na Baía de Traição, será o palco da última etapa do Detonação Paraibano de Surf 2004.

 

A prova acontece neste final de semana e serve também como ritmo de ida ao Brasileiro de Surf Amador, cuja etapa inicial acontece uma semana depois no Beach Park, em Aquiraz, situada a 20 quilômetros de Fortaleza.

O otimismo dos atletas é muito grande, e a Federação Paraibana de Surf (PBSurf) quer capitalizar isso em resultados e divulgação do Estado.

 

“Buscamos apoio ao surf e como retorno temos a certeza que o Estado ganha com a projeção de seus atletas individualmente e da equipe paraibana como um todo. A auto-estima de todos se eleva”, declara Alexandre Palitot. 

 

Palitot comanda a PBSurf desde 98 e vem consolidando ações que ajudam o esporte a crescer na Paraíba, destacando a excelente quinta colocação de Diana Cristina no Mundial Júnior e o título gaúcho júnior de Alan Saulo, entre outras conquistas.

 

Detonação Paraibano – Erbeliel Andrade é de Baia da Traição e treina constantemente na praia do Forte. Rafael Seixas é pessoense, e sua praia é o Mar do Macaco, em Intermares, Cabedelo.

 

Em 2004 eles conquistaram o título júnior e mirim do Surf Escola e estão na ponta do Paraibano, que se define em Baia da Traição no próximo dia seis de março. São nomes certos na equipe paraibana que disputa a abertura do Brasileiro de Surf Amador .

 

Eles nunca tiveram patrocínios de marcas de surf, mas passarão a receber bolsas sociais do Bolsa Atleta Estadual. O apoio de pranchas é da marca Inject, feitas na Paraíba e detentora de uma grande equipe.

 

“Nós somos uma fábrica de campeões”, diz orgulhoso Raul Coelho sobre a oficina que criou para produzir pranchas com as quais atletas paraibanos já foram campeãs por todo o País. 

 

Raul respira surf. Sua esposa, a web designer Janaína Cléa, é a vice-campeã nordestina de surf amador, superada apenas pela maior revelação do esporte em 2004, a também paraibana Diana Cristina, a Tininha.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.