Surf na selva

Pororoca vira tema de livro

Depois de entrar no Guinness Book, o paranaense Serginho Laus, atual recordista mundial da onda mais longa do mundo, a Pororoca, com 10,1 quilômetros surfados em 33 minutos e 15 segundos, aceitou encarar mais um desafio.

Desta vez, Laus, que além de surfista é jornalista, assinou contrato com a Ediouro Publicações, uma das três maiores editoras do Brasil, para relatar toda a história da Pororoca e do surf no maior fenômeno fluvial da Amazônia.

 

O paranaense conta suas principais aventuras passando pelo Maranhão, Pará, Amapá e França até chegar aos dois recordes mundiais batidos em 2005, a Pororoca e o maior número de surfistas numa mesma onda.

 

Anexado ao livro, a ONG Maré Amazônia produziu, com apoio do Governo do Estado do Amapá, um DVD Institucional com imagens inéditas da Pororoca que irá traduzir o verdadeiro sentimento e mecanismo do fenômeno.

Depois de seis anos de aventura no surf da selva, Laus grava a primeira fase de sua vida junto com a Ediouro. ?Estamos bastante satisfeitos com esta nova publicação, que levará ao leitor muito conhecimento, aventuras e motivação?, relata Paulo Pires, editor geral de livros da Ediouro.

 

O título ainda está sendo estudado, mas deve ser conhecido até fevereiro. O lançamento do livro está previsto para o mês de março, durante a Bienal do Livro em São Paulo, maior evento literário do Brasil.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.