Surf na selva

Pororoca do Mearim recebe circuito brasileiro

A palavra pororoca vem do termo ?poroc poroc?, no dialeto indígena no baixo do rio Amazonas.

 

Acontece nos estados do Maranhão, Pará e Amapá, no período do equinócio, nas luas cheia e nova.

 

E é no fenômeno fluvial mais temido da Amazônia que acontece o 3o Circuito Brasileiro de Surf na Pororoca, entre os meses de março e abril.

 

A primeira etapa acontece no rio Mearim, na cidade de Arari no Maranhão, entre os dias 24 a 28 de março. 

 

Oito surfistas convidados, vindos de todas as regiões do Brasil, disputam mais de 20 mil reais em premiação no circuito, além de poder deslizar numa onda de rio considerada a mais extensa do mundo.

 

?O evento é considerado especial e temos a vontade de criar mais etapas para o ano que vem. Quem conseguir manobrar mais forte e permanecer por mais tempo na onda, será o vencedor?, diz Noélio Sobrinho, presidente da Associação Brasileira de Surf na Pororoca.

 

?Surfar a pororoca é uma sensação de desafio, mas com todo respeito perante a natureza. Só de estar no meio da selva, observando o surgimento de uma onda, já vale a pena!?, relata Serginho Laus, surfista representante do Paraná no circuito.

 

Depois do Maranhão, o III Circuito Brasileiro de Surf na Pororoca segue para o Pará, entre os dias 08 a 10 de abril, em seguida chegando e finalizando o evento no Amapá, entre os dias 22 a 27 de abril, no poderoso e temível rio Araguari.

 

A etapa de abertura do 3o Circuito Brasileiro de Surf na Pororoca conta com os patrocínios do Governo do Maranhão, Prefeitura de Arari, Secretaria do Estado de Esporte (SESP), Oi-Simples Assim e Greenish. Realização: Alternativo Eventos. Supervisão: Associação Brasileira de Surf na Pororoca (Abraspo) e Associação de Surf na Pororoca do Maranhão (ASPM).

 

Calendário

 

1a etapa – 24 a 28 de março, Rio Mearim, Arari (MA) – Lua cheia

2a etapa ? 8 a 10 de abril, São Domingos do Capim (PA) – Lua nova.

3a etapa ? 22 a 27 de abril, Rio Araguari (AP) – Lua cheia.

 

Atletas convidados para primeira etapa

 

Sergio Roberto (PA)

Adilton Mariano (CE)

Petrônio Tavares (CE)

Rodrigo Barros (PA)

Serginho Laus (PR)

Stanley Gomes (AP)

Flávio Marão (MA)

Marcelo Suru (MA)

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.