Por que Barrels board?

Esse é o nome do novo vídeo que estou produzindo, Barrels Board – a prancha de tubo, que é ideal para pegar as mais tubulares ondas existentes, surfar os tubos mais profundos, ficar o máximo de tempo lá dentro. Enfim, aproveitar as ondas tubulares da melhor maneira possível. E o tubo é a melhor “parada” do surf. Hehehe .

 

Quase todo mundo sabe o que é um tubo, mas poucos tiveram a sensação de pegar um. Falo de tubo mesmo. Tubo de verdade.

 

Essa é a essência do Bodyboard, que na minha opinião deveria se chamar Barrel Board. Uma prancha feita para surfar a onda mais tubular possível, independente

dos perigos e da dificuldade. Seja deitado, ajoelhado ou de pé.

Para uma onda ser tubular, precisa de um fundo ou uma bancada muito rasa. Isso torna esse tipo de onda perigosa.

 

As ondas cavadas – tubulares, são mais dificeis de serem surfadas. Quanto mais cavada, mais dificil. o tempo de drop é curto, as vezes tão curto que não tem tempo nenhum. E logo despenca lá de cima. Esse fato torna algumas ondas impossíveis de serem surfadas por alguém que usa as pranchas de fibra. E é ai que entra o Bodyboard.

 

 


 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)