
Era segunda-feira (17/4) e o vento rugia com vigor pelas frestas das portas e janelas. A previsão na internet indicava ondas em torno dos 10 pés na costa carioca.
A expectativa era saber onde as ondas entrariam com mais intensidade e mais alinhadas.
Na manhã da terça encontrei com Marcelo Pedro, o filipino Carlito, Marcos Alonso, Betinho Dias, Stanley Cieslick e o fotógrafo Yuri Sardenberg.
Nosso destino era a zona Sul e fomos conferir a Laje do Sheraton, Pontão do Leblon e Copacabana, picos com potencial para as condições do mar.

Enquanto prendíamos as pranchas no carro, o fotógrafo Rick Werneck voltava de Copacabana e disse que as condições não estavam tão boas por lá. Resolvemos então seguir na direção contrária.
As clássicas ondas em frente ao hotel Caravele não estavam quebrando. A Macumba estava de ressaca e a Prainha tinha ondas pequenas e ruins. Grumari foi a melhor pedida.
Apesar de estar balançando um pouco, havia algumas boas direitas no canto da pedra e esquerdas oceânicas quebravam no meio da praia.
Depois de uma hora de surf o sol apareceu e o vento amenizou, proporcionando ótimos momentos. Foi quando chegou Anselmo Correa com uma 5’11 no outside.
Infelizmente o mar diminuiu bem rápido e as ondas que antes pediam pranchas maiores já podiam ser surfadas de 6?2.
Como sempre, swell grande no Brasil é como relâmpago. Chega num dia e no outro já foi. O segredo é estar atento para aproveitar o melhor momento.
Clique aqui para ver a galeria de fotos do swell no Grumari