Pigmeu cresce nas merrecas

As ondas permanecem pequenas na praia do Santinho, Florianópolis (SC), palco do Costão Pro – Floripa 2006.

 

Válida como a quinta etapa do WQS, a prova tem nível 6 estrelas e distribui US$ 125 mil em prêmios.

 

A quarta rodada rola e ondas medíocres de até meio metro e formação irregular. O australiano Glenn Hall driblou as difíceis condições do mar para arrancar a maior nota da manhã deste sábado.

Encaixado nas valinhas, Glenn arrancou notas 9.43 e 8.67 no confronto contra os cariocas Pedro Henrique e Bruno Santos, com o paulista Danylo Grillo amargando a terceira posição.

 

Grillo saiu chateado da água. O atleta precisava de 4.5, pegou uma esquerda nos instantes finais e obteve 4.43, perdendo a classificação por míseros sete centésimos. 

Além de Glenn Hall, outro que conseguiu um high-score nas merrecas foi o pernambucano Bernardo Pigmeu.

Pig detonou as valinhas com boas manobras de backside e descolou notas 9.40 e 7.00 para derrotar o australiano Kirk Flintoff, o norte-americano Darryll Goodrum e o sul-africano Greg Emslie.

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Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.