Permanece espera pelas ondas

O sábado amanheceu com tempo nublado, frio, garoa e poucas ondas de meio metro na praia da Vila, palco da etapa brasileira do WCT.

 

Com isso, a direção da prova cancelou pelo quarto dia consecutivo as disputas, já que um novo swell é esperado para entrar já durante o domingo, ganhando pressão na segunda-feira.

 

A competição tem prazo para ser concluída até a próxima quarta-feira, dia 8, e são necessárias pouco mais de 20 horas de baterias.

 

Antes da 7:30 horas os brasileiros Pedro Henrique, Marcelo Nunes e Victor Ribas já estavam na área de competição aguardando a decisão.

 

Com o cancelamento anunciado, Pedrinho decidiu treinar.

 

?Já acordei, estou aqui, o mar está pequeno, mas não tem ninguém, então vou aproveitar a viagem?, disse animado o carioca.

 

A partir das 16 horas a galera reúne-se novamente na tenda instalada pelo clube de música eletrônica Warung, ao lado da estrutura do evento na praia da Vila.

 

A leitura mais recente dos mapas meteorológicos indica que a partir de domingo um swell consistente com influência de Sul/Sudeste começa a encostar com ondas que podem passar dos 2 metros.
 
Até agora foram realizadas a primeira fase e sete baterias da repescagem. O paulista Odirlei Coutinho quebrou a seqüência de derrotas brasileiras em ondas de meio metro e séries maiores na praia da Vila.
 
Além de Odirlei, outros cinco brasileiros estão na terceira rodada: Marcelo Nunes, Raoni Monteiro, Victor Ribas, Jihad Khodr e Peterson Rosa, todos vitoriosos na fase de abertura.
 
Quatro brazucas disputam as baterias complementares da repescagem – os cariocas Yuri Sodré e Pedro Henrique, o paulista Adriano Mineirinho e o pernambucano Paulo Moura.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.