O Peru é um destino que quase todo mundo conhece, tem altas ondas, direitas na região de Lima e longas esquerdas ao Norte, porém água fria e muitas vezes uma neblina de leve são outras características marcantes do local.
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Por estar a apenas quatro horas e meia de vôo do Brasil e com um custo de viagem dos mais baixos e uma qualidade das ondas internacional esta é na maioria das vezes a primeira viagem internacional de todos surfistas.
Chicama, considerada umas das melhores e mais longas esquerdas do planeta, brilhou intensamente neste swell épico. Na realidade, foram duas ondulações distintas chegando ao mesmo tempo em Puerto Malabrigo, uma de Norte e outra de Sul, produzindo altas uma água atipicamente quente e sol muito sol, isso mesmo água quente com surf de bermuda no Peru.
Muitas horas era posssível passar calor pois além da água a temperatura estava bem alta, quase sem nenhum vento. Foi realmente histórico como a onda quebrou muito consistente, uma verdadeira máquina de onda, um teste de fogo para os surfistas, já que a distância percorrida nas ondas chegava quase a 1 quilômetro.
Binho Nunes, James Santos e Jean da Silva estavam instalados no novo resort de Chicama produzindo uma matéria para a Revista Fluir. Estavam destruindo as ondas que não paravam de quebrar. Eram sessões e mais sessões com tubos e muitas manobras.
Além da trinca brazuca, alguns peruanos também marcavam presença. O lendário Magoo de la Rosa era um deles e é incrível seu conhecimento da onda. O paulista Flavio Caixa D`Água, que estava em Pacasmayo, também apareceu para curtir as ondas e fez um surf de tirar o chapéu. Foram três dias de muita onda e descontração.