Oficina 1: Como cuidar do bodyboard

#Tão importante como comprar uma prancha é saber conservá-la. E isso se aplica também aos acessórios que compõem o equipamento usado no bodyboarding, como o leash (para os pés-de-pato e prancha) e os próprios pés-de-pato.

Nesta oficina será abordado como o atleta deve cuidar de sua prancha usada diariamente ou somente nos fins de semana.

Após um dia inteiro de rollos, aéreos, a.r.s., back flips e outras tantas manobras, o atleta volta para casa pensando em descansar e comer uma bela refeição. E para onde vai sua prancha ?

Talvez esteja largada em algum canto da casa sem ao menos ter recebido uma merecida ducha.

Dessa forma, o primeiro cuidado com o bodyboard após sair do mar é lavar com água doce, a fim de retirar a salinidade que corrói o bloco da prancha, as cordinhas de nylon, os velcros etc.

Em seguida o atleta deve pôr seu bodyboard para ?descansar?. Mas, qual a melhor posição?

A posição ideal é a horizontal, isto é, o bottom (fundo da prancha) deve estar rente ao chão, ou a uma área que abranja grande parte dele.

Isso é importante, pois o peso da prancha fica distribuído uniformemente, no entanto nem sempre há espaço para tanto conforto.

Sendo assim, uma solução será colocá-la lateralmente, com uma das bordas encostadas ao chão e o bottom ou o deck (frente da prancha) apoiado à parede, formando uma espécie de ?triângulo? entre o chão, a parede e a prancha.

Outra idéia é colocá-la sobre dois pedaços de ferro ou madeira em forma de ?L? que são fixados à parede e comunente chamados de racks ou cantoneiras. Caso a opção seja essa, deixe uma distância de mais ou menos 70 cm entre os racks para que haja um bom apoio.

Atenção!!! As posições verticais não são recomendadas!

A primeira delas, e que ocorre com maior frequência, sendo a mais prejudicial, é a posição ?em pé?, em que todo peso da prancha se concentra nas extremidades da rabeta.

#A outra posição desfavorável é quando o bico da prancha fica voltado para baixo. Em ambas situações o peso fica distribuído em pequenas áreas e, portanto, a pressão exercida na rabeta ou bico é bem maior. Tal pressão pode vir a descolar uma destas partes e, às vezes, alterar o shape do bodyboard, ocasionando queda na performance do atleta.

Seria bom que os bodyboarders seguissem essas dicas, pois não mexeriam no bolso tão cedo e seu equipamento conseguiria longas ondas.

A Oficina Paulista de Bodyboards tem patrocínio da Pro Lite e Rip Curl

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