O Nova Schin Festival WCT Brasil teve início por volta das 11:15 horas na praia da Vila, Imbituba (SC).

 

O mar apresenta ondas com cerca de 1 metro na série e formação regular. As esquerdas estão mais longas e predominam nas baterias. 

 

Na primeira bateria, o norte-americano Cory Lopez levou a melhor e avançou direto para a terceira rodada. O segundo colocado Chris Ward, dos Estados Unidos, e o paranaense Jihad Kodr, terceiro, encaram a repescagem.

 

Jihad não se deu bem e ficou precisando de 9.60 para obter a classificação. Autor de notas 8.17 e 8.00, Cory sobrou no confronto.

 

O segundo confronto envolveu o norte-americano Damien Hobgood e dois brasileiros: Marcelo Nunes e Pedro Henrique.

 

Pedrinho competiu como convidado e fez sua estréia no WCT. A boa atuação do carioca não foi suficiente para impedir a classificação do potiguar Marcelo Nunes, que fez uma apresentação impecável nas esquerdas da Vila.

 

Surfando com bastante velocidade e abusando dos aéreos, Nunes arrancou aplausos até de surfistas como Andy Irons, Mick Fanning, CJ Hobgood e Michael Lowe.

 

O potiguar descolou notas 8.67 e 8.23 para avançar direito para o terceiro round. Nunes se deu ao luxo de descartar 8.17 em sua bela estréia na prova. 

 

Pedrinho também fez bonito, fazendo notas 7.00 e 7.50, mas terá de enfrentar a repescagem. Damien não entrou em sintonia com as ondas e terminou a disputa em combination.

 

A prova segue com as baterias do primeiro round. Os candidatos ao título mundial entram em ação a partir da oitava bateria.

 

O norte-americano Kelly Slater enfrenta o aussie Mark Occhilupo e o brasileiro Pablo Paulino.

 

Em seguida, o havaiano Andy Irons duela com o norte-americano Taylor Knox e o brasileiro Guilherme Ferreira, que foi convidado por ser vice-campeão catarinense.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.