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Novo ano, novas ondas

 

Colunista destaca a busca por tubos em 2014. Foto: Reprodução.

É galera, mais um ano se foi, outro inteiro pela frente e, é claro, com a virada, bate aquela vontade de renovar as energias e conquistar novos sonhos e objetivos.

 

Quem pega onda sabe que, mesmo depois de muitos anos surfando, a busca pela onda perfeita, pelo tubão da vida, é eterna. E a cada ano que se inicia, renasce aquela esperança de que “esse vai ser o ano”!

 

Surf é evolução constante e tem muita gente que já passou dos 40 que, com uma boa bagagem de viagens e experiência (alem de disposição, é claro), tá surfando melhor e mais rápido do que quando tinha 25 anos e encaixando manobras que antes não saíam, ou nem existiam (risos). 

 

Pra galera que gosta e pode viajar, o novo ano é sempre associado à possibilidade de uma nova trip, seja para um pico a ser desbravado ou mesmo para aquela onda que, embora longe de casa, o surfista já tenha criado uma relação de intimidade, após tantas e tantas visitas.

 

O fato é que uma surf trip com onda boa renova as energias de qualquer um. Isso sem contar, obviamente, na expectativa de o pico em frente de casa ter aquele ano de gala, com swells que deixam cada local orgulhoso.

 

Além disso, todo ano novo, é claro, bate aquela vontade de pegar uma pranchinha nova, seja mais moderna pra forçar o limite ou mesmo uma um pouquinho mais grossa e larga pra voltar a andar com velocidade na onda, quando a antiga já não está mais funcionando.

 

Enfim, ano novo é sempre bom pra renovar as esperanças e buscar novas ondas. Muito surf em 2014, galera! Peaceful Vibrations!

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.