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Nova geração ataca o píer

Nathan Brandi comanda ataque da nova geração em Mongaguá (SP). Foto: Aleko Stergiou.

O píer Agenor de Campos, em Mongaguá, litoral Sul de São Paulo, é um dos principais points para a prática do surf na região.

 

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Há cerca de duas semanas, depois de 17 anos sem visitar o local, registrei os melhores momentos da nova geração brasileira durante a segunda etapa do circuito paulista amador, o Hang Loose Surf Attack 2007.

E as ondas não decepcionaram. Pelo menos no sábado. Com o tempo bom, o fundo funcionou bem e rolaram valas perfeitas com cerca de 1 metro para a alegria da molecada.

No domingo, uma frente fria chegou forte e a competição rolou debaixo de muita chuva. Mas, o pico mostrou-se um ótimo local para abrigar competições. Inclusive, a prova foi muito bem prestigiada. Para se ter uma idéia, o paraibano Fábio Gouveia marcou presença para prestigiar seu filho Ian.

“Foi bem legal ir a Mongaguá. Peguei altas ondinhas”, revela Fabinho. O potiguar Danilo Costa também registrou os melhores momentos de seu irmão, Gustavo Sanches, e pode matar a saudades dos tempos em que competia no circuito.

Acostumado a treinar no píer, Beto Fernandes, da Praia Grande (SP), também conferiu o que a molecada aprontava no pico.

Segunda maior da América Latina, avançando 400 metros ao mar e com um “T” de 200 metros, a Plataforma de Mongaguá também está entre as cinco maiores do mundo.

No entanto, para alegria dos surfistas, está interditada para pesca devido à falta de manutenção. Com isso, a galera do surf se deu bem, pois pode desfrutar tranqüilamente dos bancos de areias formados dentro do “T”, além de surfar uma das melhores ondas da região.

 

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