Natureza dá as cartas

Um clima atípico atingiu as ilhas havaianas na última segunda e terça-feira e uma ondulação com 15 a 20 pés e vento fortíssimo de oeste deixou o North Shore de Oahu parecendo um caldeirão branco.

 

A surfistada correu para o East Side (lado leste da ilha), onde o vento era terral com séries chegando aos 6 pés e boa formação, em picos como Seven Holes, em Kahuku.

 

Em Maui, devido a sua posição, o mesmo vento oeste é terral, mas entra bem mais forte do que nas outras ilhas e Jaws quebrou pesadíssimo. Nenhum surfista se atreveu a desafiar os enormes bumps que se formavam nas lindas paredes.

 

Segundo Jorge Pacelli, que olhou do canal, ?Nenhum surfista se atreveu a desafiar os bumps, que na parede eram enormes. Ficou perigoso demais?. Toda a galera surfou 10 a 12 pés em um secret de direita, chamado SpreacksVille durante a manhã.

 

Jorge, Haroldo, Formiga, Romeu Bruno, Darrick Doerner, Kalama e mais algumas duplas. Eu e Eraldo pegamos no final de tarde com o argentino Daniel, Alfredo Villas Boas e Kaleo.

 

Rodrigo Resende, Danilo Couto, Yuri Soledade e alguns amigos atacaram um pico, apelidado de Teahupoo, com 8 pés quadrados. Todos surfaram altas ondas e Resende ficou impressionado: ?O pico é perigoso, muito raso e tem tubos animais?.

 

Nos dias seguintes as ondas e o vento abaixaram, mas as condições são as mesmas. Algumas ondas em Maui e vento maral em Oahu. A natureza venceu em Jaws. Ninguém pegou.

 

No final de tarde foram vistas ondas de 25 pés sem ninguém para surfá-las devido a força do terral. Mother nature rules!

 

Aloha!

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De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.