Conforme previsto, além de ser o “caddie” do Yuri Sodré durante a semifinal, dessa vez levei minha câmera para registrar os melhores momentos de dentro d’água.

 

As ondas abaixaram muito e o cenário era totalmente diferente, com a arrebentação quebrando bem longe do pico tradicional.

 

Às vezes entrava uma série no lugar certo, mas era uma loteria enorme e quem pegasse a boa ganhava, foi assim até a final.

 

O Yuri passou a bateria das quartas-de-final em segundo lugar e perdeu na semi.

 

Infelizmente não veio onda para ele, e quando Sunset está assim, os surfistas ficam desorientados, sem saber onde vai entrar a série.

 

Às vezes os fotógrafos estavam muito embaixo do pico e como sempre eram varridos a todo momento. O locutor do evento anunciava para eles voltarem para trás, e se não saíssem por bem eram varridos pela série de qualquer jeito.

 

A expectativa agora é pelo início da última etapa do WCT em Pipeline. As previsões apontam que as ondas devem atingir 18 a 20 pés já nesta quinta-feira.

 

Caso as condições fiquem épicas, nossa equipe parte para Maui para mais um desafio em Jaws, e na seqüência voltamos para Pipeline.

 

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