O artista plástico e surfista Heitor Morrone promove a conscientização sócio-ambiental através da reutilização dos blocos de pranchas abandonadas nas praias.
Nas ondas desde os 13 anos, Morrone rapidamente associou o surf e a arte à sua vida. Em 2001, tornou-se Bacharel em Pintura, Escultura e Gravura pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo.
O contato com a matéria prima da prancha aconteceu ao compor cenários e esculturas para as escolas de samba da capital e interior de São Paulo, em 1999.
Com os pedaços que recolhe ou recebe de surfistas amigos, o artista tem infinitas possibilidades em formas para suas obras.
O isopor e o poliuretano que compõem as pranchas facilitam o trabalho de Morrone por causa da leveza, durabilidade e inúmeros acabamentos. De quebra, o artista livra a natureza desses poluentes.
O primeiro fruto da parceria entre arte e surf foi a participação do artista no 1º BioSurf, campeonato organizado pela Faculdade de Biologia da Universidade Santa Cecília, em Santos (SP), no último dia 20 de abril.
O objetivo do evento é unir o torneio de surf à conscientização ecológica por meio de exposição e divulgação de trabalhos, projetos e ONGs do setor.
Morrone conta com a consultoria da UPBEAT no desenvolvimento de estratégias de marketing e integração de instituições interessadas no potencial que este trabalho pode gerar.
