Bancadas havaianas

Monteiro amplia horizontes

Novembro é normalmente uma época legal no North Shore da ilha de Oahu, Hawaii. E este ano não foi diferente, logo no começo do mês já rolou o primeiro Waimea do ano.

 

Com ondas sólidas de até 6 metros no pico, a direção do swell acabou não sendo boa para outros lugares da região.

Já o segundo swell, um pouco menor, entrou no primeiro dia da etapa do WQS em Haleiwa. Foi quando rolou o duelo clássico entre Tom Curren, Sunny Garcia, Mark Occhilupo e Tom Carroll. Dizem que foi uma das melhores baterias surfadas por lá até hoje, com ondas perfeitas de 4 metros.

O swell também encaixou perfeito em Pipeline, onde rolaram quatro dias perfeitos com direção e vento terral. Quem enfrentou crowd não arrependeu-se e pegou algumas das melhores ondas do ano.

Outros passaram pelo lado do crowd e foram procurar opções em bancadas alternativas no outside do North Shore. Com menos gente na água, também fizemos a cabeça! A real é que, quando o Hawaii bomba de verdade, sobra onda nesta ilha.

 

Foto da reportagem Bruno Lemos / Lemosimages.com

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)