Mex paradise

Molecada invade Barra de la Cruz

Cauê Wood faz a cabeça nas divertidas direitas de Barra de la Cruz, México. Foto: Marcelo Dada.

Depois de vários dias em Puerto Escondido, México, chegou a hora de ir para Barra de la Cruz. A molecada falava o tempo todo em ir até lá para conhecer o pico. Então alugamos um carro para encarar duas horas de viagem de Puerto até lá.

 

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Saímos bem cedo para tentar chegar às 7 da manha, pois é a hora que abre o portão que dá acesso à praia.

 

A primeira visão que tivemos da estrada que dá acesso foi o pequeno crowd logo cedo e as ondas perfeitas quebrando ao lado das pedras.

 

Todos surfaram muito bem. O mais instigado era Sidinho, que com ondas chegando até 4 pés nas séries, ficou encantado com a perfeição. O garoto pegava uma onda atrás da outra. Ia até a beira, saia e corria pela areia até o canto, onde já entrava direto no pico.

 

Com certeza o crowd atrapalhou um pouco. Depois do WCT, essa onda com certeza é uma das mais procuradas na região.

 

Para se ter uma idéia, alugamos o carro por dois dias para ficar lá, porém, tivemos que voltar para Puerto por não ter mais lugar para passar a noite.

 

Surfamos praticamente das até quase 8 da noite, horário que o portão fecha. Até que fizemos uma boa escolha de ir embora. Já que o mar estava baixando, decidimos voltar para Puerto.

 

Na chegada em Puerto encontramos Angel Salina, dono de uma surf shop local,que nos disse para a gente ir conhecer  uma onda que já foi muito surfada antigamente e que depois que descobriram Barra ela ficou sem crowd. Essa onda é Chacahua.

 

Já que o carro estava alugado por mais um dia decidimos seguir viagem no dia seguinte logo cedo com um mapa feito por Angel.

 

Na estrada em direção à Chacahua tivemos um pequeno problema com o nosso rack. Após passar por uma lombada ele quase voou com todas as pranchas. Superado o problema, retornamos para a estrada, mas logo na retomada o Alejo deu um berro: “meu olha uma vaca sendo depenada”.

 

Na hora não entendi direito, mas quando chegamos perto, a cena era bizarra, dois homens simplesmente abatiam uma vaca para vender a carne. Tudo feito muito rusticamente, o lugar onde ela era abatida, o material utilizado. Foi uma experiência assustadora para todos e até curiosa por saber como era feito.

 

Seguindo viagem chegamos a uma cidadezinha aonde se pega um barco para Chacahua. Na chegada ao pico, mais uma surpresa, direitas longas e perfeitas. Pode até se dizer mais longas que Barra, mas um pouco cheia.

 

Todos foram logo para a água, já que era mais uma direita, só que agora sem crowd algum. O único problema era a distância percorrida na onda, ja que no dia seguinte eles ja tinham surfado uma onda longa, assim acabou sendo uma queda mais curtas mas com boas ondas surfadas.

 

Depois de mais um dia inteiro de longas direitas e completamente exaustos de tanto Sol na cabeça, voltamos para nosso Alaska.

 

Por que Alaska? Simplesmente por causa do nosso ar condicionado no quarto, que fica 24 horas ligado e na temperatura mais baixa, pois o calor aqui está muito forte. Em alguns momentos até insuportável.

 

Mais uma vez o mar baixou e mais um integrante chegou para completar de vez a trip. Nathan Brandi, que acaba de voltar de um campeonato na Europa. Mais um com muita energia para gastar nas ondas mexicanas.

 

Agradecimentos Aeromexico, Nivana, StudioHD.TV

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