O novo blog santista ,“Juicy Santos” , publicou uma matéria sobre as meninas que praticam Stand Up Paddle na cidade de Santos. Além traçar um breve panorama sobre as origens do esporte, Flávia Saad, a autora da matéria, conversou com Julia Alonso Meneghello, advogada e diretora de marketing do SUP CLUB e com a nutricionista Alice Mayumi Kinjo Okumura, que contam um pouco de sua experiência no esporte e passam dicas para outras meninas interessadas em praticar Stand Up Paddle.
Confira abaixo o post de Flávia Saad para o Blog Juicy Santos :
Meninas que praticam stand up paddle em Santos
Por Flávia Saad – 11/03/2011
Pranchões, um remo e muito, MUITO equilíbrio. Nas mesmas ondas em que antes o surfe reinava soberano surgiu o stand up paddle (SUP, para os íntimos). A modalidade virou febre de uns dois anos para cá no litoral paulista e não é raro encontrar praticantes nas águas das praias de Santos.
O SUP nasceu ainda na era pré-colombiana como forma de os homens se locomoverem pela água para pescar. A versão moderna apareceu no Hawaii nos anos 40, com os professores de surfe acompanhando os alunos em pé na prancha para analisar melhor os movimentos.
Apaixonada pelo mar desde pequena e surfista desde os 15 anos, a advogada Julia Peres Alonso Meneghello, 28, começou no SUP em 2009. “Peguei uma prancha emprestada por meia hora, aqui no canal 3 e de cara gostei da brincadeira. Alguns meses depois, fiquei sabendo que o King estava produzindo pranchas de stand up paddle. Como já conhecia o trabalho dele da época do kitesurfe (foi meu instrutor de kite), encomendei logo minha primeira prancha com ele”, lembra. Olha ela em ação nas ondas:
Julinha
Para Julinha, o SUP é mais tranquilo de se aprender do que o kitesurfe ou até o surfe convencional. “No primeiro dia de contato com uma prancha de SUP, o praticante já fica de pé e sai remando. Se quiser aprender a pegar onda com o SUP já demora um pouquinho mais”. Se a ideia é ficar sarada, o SUP ajuda – e muito. É um esporte que tonifica o corpo por inteiro. Na remada, os braços trabalham bastante. E, é claro, ficar em pé em cima da prancha trabalha abdomen e pernas.
Julia Alonso, Milena Amaral e Daniele Ramello. Foto: Roberto Melchior
Amiga da Julia, a nutricionista Alice Mayumi Kinjo Okumura, 30, também é adepta. “Como meu esposo Márcio foi surfista profissional e o surfe e o mar são suas grandes paixões, sempre que possível estamos na água”. Ela iniciou no SUP há uns dois anos remando na Ponta da Praia, em direção às praias próximas, como Cheira-Limão e Sangava.
Alice acabou de dar à luz, mas não vê a hora de retornar para a água. “Ser mãe dá um trabalhão 24h, mas aos poucos eu volto. Fui remar no dia do encontro de SUP na barraca de praia da ASEP no canal 3 faz pouco tempo e foi muuuuito bom poder remar novamente”.
A Julinha e a Alice dão dicas para meninas que querem começar no SUP:
