Fiji Pro

Medina na final

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Gabriel Medina supera Kelly Slater e está na decisão do Fiji Pro. Foto: © WSL / Cestari.

 

O brasileiro Gabriel Medina deu mais um importante passo rumo ao título do Fiji Pro 2016. Em ondas de até 3 metros, Medina despachou Kelly Slater na semifinal da prova em Cloudbreak.

Slater saiu na frente com uma nota 6.50, mas não demorou muito para o brasileiro responder forte. Depois de obter 4.67, Medina pegou dois bons tubos na mesma onda e arrancou 8.40 dos juízes.

A partir daí, os dois atletas tiveram muita dificuldade para encontrar boas ondas. Slater chegou ser varrido por uma série e teve sua prancha partida ao meio, assim como aconteceu com Adriano de Souza nas quartas, também contra Medina.

O nervosismo foi tomando conta do outside e Slater apostou nas manobras para tentar a virada, mandando duas fortes batidas. O norte-americano até melhorou seu somatório com 5.53, mas não foi o suficiente para recuperar a liderança.

Uma onda mais ao inside fez Gabriel novamente encontrar dois tubos e melhorar sua pontuação com 6.27, deixando Slater a 8.18 da vitória. A partir daí, o brasileiro soube administrar muito bem o resultado e não deu mole ao adversário.

“Estou feliz porque surfei bem no campeonato”, revelou Slater. “Sinto que finalmente tive o computador trabalhando no meu cérebro novamente, mas peguei uns dois vírus nessa bateria. Gabriel fez o trabalho certo e competiu da forma correta. Tive as minhas chances e cometi três ou quatro erros. Estou ansioso por J-Bay”, resumiu o norte-americano.

A outra semifinal reúne os australianos Adrian Buchan e Matt Wilkinson, atual líder do ranking mundial.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.