Márcio Farney busca título no Pan-americano

O cearense Márcio Farney, atualmente radicado em Santa Catarina, disputa a categoria Open nos sextos Jogos Pan-americanos, no Balneário de Salinas, Equador.

 

Nessa entrevista você fica sabendo um pouco mais a respeito da expectativa do atleta sobre a competição.

 

Como você avalia sua ida para o Pan-americano?

 

Mais um sonho realizado, fruto de um grande trabalho.

 

E a equipe brasileira?

 

Está pronta para batalha.

 

É sua primeira participação nos jogos Pan-americanos?

 

Sim.

 

Na sua opinião, qual será o adversário mais forte do Brasil?

 

Creio que seja o Equador, pelo fato de conhecerem bem o local das disputas.

 

Já esteve em Balneário de Salinas, no Equador?

 

Não.

 

Qual sua arma para enfrentar os adversários?

 

Hoje com certeza é a fluidez, força e velocidade.

 

Como é o quiver que você está levando?

 

Três pranchas do Nilton Andrade: 5’11, 6’0, 6’2.

 

 

Como estão seus planos para este ano?

 

Pretendo entrar para o SuperSurf e participar da perna européia do WQS.

 

Como foi o ano de 2002?

 

Obtive bons resultados, mas tive uma série de contusões que me impossibilitaram de fechar o ano com chave-de-ouro.

 

Quais foram seus melhores resultados?

 

Venci a primeira etapa do Brasileiro Amador na Joaquina (SC), fui campeão da primeira etapa do Catarinense, cheguei até às oitavas-de-final no WQS na Joaquina e fechei com a terceira colocação no ranking final do Brasileiro Amador, categoria Open.

 

O que melhorou no seu surf nos últimos anos?

 

Melhorei muito nas ondas com pressão e estou fazendo uma linha mais polida.

 

Qual foi a melhor coisa que lhe aconteceu em 2002?

 

Sem dúvida alguma foi a vitória no Brasileiro Amador.

 

Como está o seu preparo físico e psicológico para as competições?

 

Estou bem preparado fisicamente, pois treino todos os dias num centro de treinamento orientado pelo Netão. Já psicologicamente o meu shaper Nilton Andrade me orienta sobre como devo me comportar diante de várias situações. Estou muito bem.

 

Como é morar em Santa Catarina?

 

Está sendo muito bom. Aqui tudo gira em torno do surf e nunca dá pra ficar desanimado. Moro na casa do Nilton Andrade, na Barra da Lagoa, em Floripa. É show!

 

Como lida com as saudades de casa?

 

Têm dias que são difíceis, mas sei que eles estão bem em Fortaleza torcendo pelo meu sucesso: a minha mãe, pai, irmãos, sobrinho e cachorro (risos).

 

 

 

 

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