Made In… donésia!

Um largo e constante sorriso no rosto, jeito sempre tranqüilo e estilo veloz de surfar, além de presença que impõe respeito no Uluwatu Córner. Todas estas características fazem parte do estilo de vida do balinês Gobleg.

Ele pode ser visto quase todos os dias no cliff de Uluwatu, durante a temporada de ondas em Bali, esperando a melhor hora da maré para fazer o seu show no outside corner.

Gobleg é goofy footer com uma linha definida e veloz. Quase sempre sem quebrar a velocidade da prancha, ele passa por dentro de cada canudo que só quem rema pelo canal do outside córner, ou pelo canal do Speedies em G-land, e vê as placas grossas de água quebrando e Gobleg calmo, rindo, como se aquilo fosse a coisa mais fácil do mundo de fazer, pode entender um pouco mais do que estou falando.

Estive há poucos dias com ele em uma cerimônia Hindu, no Templo de Uluwatu. Foram 9 dias consecutivos de cerimônias em que o Templo de Uluwatu recebeu a visita de peregrinos vindos de todos os cantos da Ilha de Bali.

Gobleg mostrava na cerimônia o mesmo estilo cool que mostra no surf sincero de Uluwatu ou G-Land. Olha só o estilo do cara!

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)