Skeleton Bay

Locais vetam caronas

 

Locais reclamam do crescimento do crowd em Skeleton Bay e adotam algumas medidas. Foto: Reprodução Google Earth.

Preocupados com o crescimento do crowd nas esquerdas de Skeleton Bay, na Namíbia, um grupo de locais optou por criar algumas regras básicas para evitar problemas no pico.

Um dos maiores problemas são as camionetes 4 x 4 que ficam na areia. Depois que o surfista percorre a onda com cerca de 2 quilômetros, ele pega uma carona de volta ao início da bancada e novamente reforça o crowd na água, irritando o surfista que espera por uma onda.

Em entrevista ao site Surfline, Shaun Loubser, local de Skeleton e membro da Namibia Surfing Association, falou sobre a manobra adotada por muitos surfistas para evitar a longa caminhada de volta ao pico: “A principal causa do congestionamento na água tem sido os surfistas pegando múltiplas caronas ao pico. A galera local está ficando irritada com o crowd e essas caronas. Estamos buscando uma alternativa antes que a merda seja jogada ao ventilador”, diz Loubser.

O free surfer e outros locais têm frequentado o pico muito antes de ele ser divulgado para o mundo, em 2008. Desde então, as fotos e vídeos espalhadas pelos meios de comunicação têm atraído surfistas do mundo inteiro.

No último swell, um enorme crowd de jets e surfistas invadiu a Namíbia para provar e documentar as esquerdas de Skeleton Bay.

“A galera local sabe e entende que não há muito que possamos fazer em relação a isso, mas queremos tentar colocar algumas regras básicas no lugar”, continua Loubser.

Proibir as conduções de volta ao pico é o primeiro passo. A medida já está sendo adotada no local. “Isso vai espalhar os surfistas ao longo dos 2 quilômetros de praia e deve dar a todos uma chance justa de surfar a onda”, explica Loubser.

Ele revela que todos os locais já estão seguindo a regra, mas querem que os estrangeiros façam o mesmo. Ainda de acordo com Shaun Loubser, a onda fica no meio de um parque nacional e de uma reserva protegida pela Marinha.

“Evitar essas caronas beneficia o ecossistema e ainda nos dá um argumento caso os funcionários do parque façam um movimento para proibir a passagem de carro pela praia”, diz Loubser.

 

As caronas para evitar uma remada de volta ao pico não são novidade no mundo do surf. Elas são bastante utilizadas por intermédio de botes em lugares como Chicama e Pacasmayo, Peru.

 

Fonte Surfline.com

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.