Leo fora da briga em Bells

Royden Bryson já está nas quartas-de-final do Rip Curl Pro 2007. Foto: ASP / Covered Images.

O Brasil perdeu seu único representante no Rip Curl Pro que acontece em Bells Beach, Austrália.

 

O carioca Leonardo Neves competiu na terceira bateria das oitavas-de-final e acabou eliminado pelo aussie Tom Whitaker numa disputa em que a escolha de ondas fez a diferença.

 

Whitaker abriu a bateria com 7.67 e administrou a liderança até o fim, fechando com 6.67 e 14.34 pontos somados. Leo conseguiu notas 4.83 e 6.23 para totalizar 11.06 pontos.

 

“Perdi a prioridade nos primeiros cinco minutos e ficou dificil manter a estratégia, pois as condições estavam difíceis e não achei as ondas certas. Mas estou feliz e pronto para a próxima etapa”, disse o brasileiro ao sair da água.

 

Com o resultado, Leo Neves encerra a participação no Rip Curl Pro na nona colocação, com US$ 6 mil em prêmios e 600 pontos no ranking.

 

O sul-africano Royden Bryson foi o primeiro a garantir presença nas quartas, ao derrotar o aussie Bede Durbidge. Depois, Taj Burrow eliminou Daniel Wills num duelo caseiro na segunda bateria.

 

O campeão do Rip Curl Pro deve ser apontado ainda nesta quinta-feira na Austrália. As disputas rolam em ondas de 1 metro com séries maiores e a prova tem prazo até sexta-feira para acabar.

 

Oitavas-de-final

1 Royden Bryson (Afr) 16.50 x 12.10 Bede Durbidge (Aus)
2 Daniel Wills (Aus) 11.50 x 14.24 Taj Burrow (Aus)
3 Tom Whitaker (Aus) 14.34 x 11.06 Leonardo Neves (Bra)
4 Travis Logie (Afr) 15.43 x 16.34 Kelly Slater (EUA)
5 Andy Irons (Haw) 8.94 x 4.70 Ben Dunn (Aus) 
6 Damien Hobgood (EUA) 15.07 x 11.17 Fredrick Patacchia (Haw)
7 Mick Fanning (Aus) 15.87 x 15.17 Michael Campbell (Aus)
8 Joel Parkinson (Aus) 17.44 x 12.17 Bruce Irons (Haw)

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.