Kelly Slater tira outro 10

Atual líder do circuito da ASP World Championship Tour (WCT), o norte-americano Kelly Slater soma três vitórias em seis eventos disputados até agora e busca seu sétimo título mundial, regado a muitas notas dez, sete até o momento, incluindo a bateria perfeita pela final do Tahiti Pro, com duas ondas perfeitas.

 

Foi esse tipo de performance que incentivou Jim MacDonald, empresário do Sul da Califórnia (EUA) a doar US$ 500 para uma escola especial da Flórida (EUA) toda vez que Slater recebesse uma nota 10.

 

O empresário teve essa idéia  quando encontrou Kelly em Trestles, Califórnia (EUA), em 2002.

 

A instituição escolhida por MacDonald é a favorita de Kelly, a Space Coast Early Intervention Center (SCEIC), pré-escola terapêutica sem fins lucrativos para crianças que necessitam ou não de cuidados especiais. A escola é também um centro de preparação para futuros educadores.

“Meu objetivo não era apenas o de contemplar as performances perfeitas de Slater e sua paixão por surfar. O mais importante foi juntar-se a ele nessa luta para enriquecer a vida dessas crianças”, disse MacDonald.

A Quiksilver Foundation anunciou por intermédio de Kathie Armstrong, diretora-executiva da marca, que dobrará os valores doados por MacDonald a cada 10 tirado por Kelly.

“A generosidade de Kelly e Jim é inspiradora. Certamente dividimos esse amor pelas crianças e apoiamos entusiasmadamente o exemplo dado pelo atleta,” comentou Kathie.

 

Kelly Slater está muito empolgado em trabalhar mais intensivamente com a SCEIC, a Quiksilver Foundation e Jim MacDonald.

 

“Tirar uma nota 10 é uma bênção por si só, mas é uma bênção maior ainda fazer com que valha para aqueles que precisam de um pouco de suporte para atingir seus objetivos”, disse Slater.

Para obter mais informações sobre a instituição, visite o sceic.com .

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)