Keala Kennelly fatura Billabong Pro

#A havaiana Keala Kennely derrotou Layne Beachley na final do Billabong Pro, terceira etapa do WCT Feminino, encerrado domingo (12/10) em Teahupoo, Tahiti, com ondas entre 1,5 e 2 metros.

Com os resultados, a australiana Kate Skarratt perdeu a liderança do WCT para a compatriota Melanie Redman-Carr, terceira colocada. Pela vitória, Keala faturou US$ 10 mil, além de 1.000 pontos para o ranking, onde ocupa a quinta colocação.

Com o nono lugar, a catarinense Jacqueline Silva caiu da terceira para a sexta posição no ranking, empatada com a sul-africana Heather Clark. Com o resultado, Jacque faturou US$ 2,5 mil e 300 pontos no ranking.

A cearense Tita Tavares, que não disputou a primeira etapa na Austrália, alcançou a décima segunda colocação com o quinto lugar obtido no Billabong Pro. Pelo quinto lugar, Tita levou 460 pontos e US$ 3 mil.

#Durante os dez primeiros minutos da final, Keala abriu 17 pontos de vantagem sobre Layne. Ela manteve a liderança até o fim da bateria, somando 22.90 contra 11.60 da atual tetra-campeã mundial, que assumiu da brasileira Jacqueline o terceiro lugar no ranking da temporada.

O ponto alto do confronto foi uma onda beirando a perfeição de Keala, quando ela atingiu nota 9.80 em um bom tubo. Depois, ela ainda aplicou um consistente round house cutback para finalizar.

O domingo não foi um bom dia para as brasileiras. Tita Tavares chegou às quartas-de-final eliminando a havaiana Rochelle Ballard no terceiro round.

#Mas, depois, ela surfou bem, mas somou 10.25 contra 13.75 da havaiana Keala Kennelly, que acabaria vencendo o campeonato.

Por sua vez, Jacqueline Silva não achou as ondas e foi eliminada na terceira fase pela norte-americana Lisa Andersen, de volta ao tour depois de ficar afastada por contusão. A catarinense pegou somente uma onda e foi derrotada por 17.80 a 3.10.

A próxima etapa do WCT Feminino acontece somente em setembro (17 a 24) em Figueira da Foz, Portugal.Nesta segunda-feira devem ocorrer as baterias do terceiro round do evento masculino.

#Leia mais detalhes sobre o WCT feminino em nossas próximas atualizações.

Para saber mais sobre o Billabong Pro, acesse os sites www.billabongpro.com e www.aspworldtour.com .

Resultado do Billabong Pro
1 Keala Kennelly (Haw)
2 Layne Beachley (Aus)
3 Melanie Redman-Carr (Aus)
3 Lisa Andersen (EUA)
5 Tita Tavares (Bra)
5 Chelsea Georgeson (Aus)
5 Kate Skarratt (Aus)
5 Lynette MacKenzie (Aus)
9 Rochelle Ballard (Haw)
9 Serena Brooke (Aus)
9 Chelsea Georgeson (Aus)
9 Laurina McGrath (Aus)
9 Amee Donohoe (Aus)
9 Samantha Cornish (Aus)
9 Jacqueline Silva (Bra)#
9 Pauline Menczer (Aus)

Ranking do WCT depois de três etapas
1 Melanie Redman-Carr (Aus) 1.930
2 Lynette MacKenzie (Aus) 1.760
3 Layne Beachley (Aus) 1.570
4 Kate Skarratt (Aus) 1.550
5 Keala Kennelly (Haw) 1.450
6 Heather Clark (Afr) 1.410
7 Jacqueline Silva (Bra) 1.410
8 Chelsea Georgeson (Aus) 1.390
9 Lisa Andersen (EUA) 1.390
10 Rochell Ballard (Haw) 1.230
11 Serena Brooke (Aus) 1.230
12 Maria Tita Tavares (Bra) 1.070
13 Samantha Cornish (Aus) 1.060
14 Megan Abubo (Haw) 750
15 Pauline Menczer (Aus) 750
16 Amee Donohoe (Aus) 750
17 Neridah Falconer (Aus) 600

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)