Juliana tem um futuro dourado

A Baiana Juliana Dourado tem apenas 18 anos e dá show dentro da água. Juju estravasa em seus 360 graus, el rollo e ARS – Air Roll Spin, mas as manobras preferidas são os aéreos e backflips.

 

Seu pico de treino é a terceira ponte em Salvador, Bahia. Esta bahiana temum ritmo de atleta, é caseira e prefere programas light, tipo cinema e jantar com amigos. Ela gosta de acordar cedo par fazer o seu free surf. Sua dedicaçào ao esporte é tanta que ela pretende cursar educação física.

 

O bodyboard entrou na vida de Juliana, quando seu primo Felipe – Piolho a chamou para ver um campeonato da escola Gênesis, que ele participaria. Lá, o professor Márcio Torres, perguntou se ela gostaria de aprender a surfar e fazer parte da escolinha.

 

O único problema de Juju era que ela nadava, levava a natação a serio e sempre competia. Dedicou dez anos de sua vida a essa atividade. Juju confessou ter ficado balançada, afinal eram dez anos de natação e no bodyboard ela partiria do zero. Não sabia se continuava nadando ou começava a surfar.

 

Chegaram as férias na natação e ela decidiu surfar para não ficar parada. Pensou em entrar na escolinha só por diversão, e assim que os treinos recomeçassem ela sairia da escolinha. Só que o jogo virou, o que era um passatempo, virou uma grande paixão. Se apaixonou pelo bodyboard e acabou largando os treinos da natação.

 

Hoje, ela diz não se arrepender da atitude de grande responsa. Ela está muito feliz. Com o bodyboard ela conquistou muitas amizades, dentro da escolinha e em outros estados. É uma atleta de grande potencial e que brilha cada vez mais nos eventos do país.

Palavras de Juliana Dourado sobre seu início: 

Agradeço aos meus pais por confiarem em mim e me apoiarem, qual pai não ficaria grilado em ouvir sua filha dizer que estava querendo surfar? Surf na cabeça de muitos é sinônimo de drogas, o que não é verdade.

 

Comecei a pegar onda em janeiro de 2001 e a competir, em fevereiro. Na verdade, não gosto de fazer o esporte por fazer, gosto é de competir. Acho que foi isso que me fez evoluir rápido e começar a me dar bem nos campeonatos. Eu nasci pra competir!

E quais foram os principais títulos?

Sou tricampea Baiana – 2001, 2002, 2003. Fui quinta colocada no ranking brasileiro amador 2002, terceira colocada em 2003. Fui também campeã sergipana no mesmo ano.

 

Em 2004, na etapa do Brasileiro em Campos – RJ, fiquei em segundo na categoria amador e em quinto na profissional. Em Maracaípe, Pernambuco, fiquei em segundo na amadore em terceiro na pro.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.