Na tarde desta sexta-feira, foram disputadas todas as baterias da terceira fase do Oakley Rio Surf Pro International, etapa de nível 6 estrelas do WQS que rola na praia do Arpoador, Rio de Janeiro (RJ).
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Em boas ondas de 1 metro, o paulista Hizunomê Bettero, o paranaense Jihad Khodr e os cariocas Pedro Henrique e Raoni Monteiro avançaram mais uma rodada e seguem em busca de preciosos pontos no ranking da divisão de acesso do circuito mundial.
Já o cearense Pablo Paulino amargou a quarta posição na disputa com o paulista Wiggolly Dantas (2o) e os cariocas Yuri Sodré (1o) e Guilherme Herdy.
Com a derrota, Pablo passa a ser ameaçado pelos principais adversários no ranking do WQS. O taitiano Michel Bourez, que estava
empatado com o brasileiro, avançou ao quarto round e deixou Pablo na 15a e última posição da lista provisória de classificados à elite.
Atual 12o colocado, Jihad Khodr descolou a maior nota do dia. No último confronto desta sexta-feira, o paranaense achou uma bela esquerda e não deu mole.
Jihad, que vinha apostando nas direitas nas baterias anteriores, trabalhou bem a onda e bateu forte no crítico para arrancar 9.57 pontos e ficar em situação tranqüila na bateria.
Em segundo ficou o potiguar Jadson André, que garantiu a classificação nos minutos finais ao pegar uma onda intermediária e acertar duas fortes batidas de frontside.
O baiano Flávio Costa caiu para terceiro e deu adeus à prova junto
com o havaiano T.J. Barron.
Outro brasileiro que teve uma bela atuação foi o catarinense Alejo Muniz. Com belas batidas e rasgadas de frontside, Alejo inaugurou a terceira rodada da prova com chave-de-ouro.
Com notas 8.33 e 7.33, o catarinense avançou em segundo lugar numa disputa acirrada contra o californiano Brett Simpson, autor de 8.27 e 8.17.
Quem também fez bonito foi o local Simão Romão, vencedor da segunda bateria. Totalmente à vontade no Arpex, Simão abusou dos coices de backside para somar 7.50 e 7.33 na vitória sobre o pernambucano Bernardo Pigmeu (2o), o catarinense Marcos Pastro e o norte-americano Patrick Gudauskas.
Numa bateria eletrizante, o catarinense Willian Cardoso descolou a segunda vaga nos instantes finais e avançou atrás do português naturalizado alemão Marlon Lipke.
Willian precisava de 8.31 e atacou uma esquerda com uma rasgada e duas fortes batidas para arrancar 8.60. Pior para o cearense Márcio Farney, que tinha a melhor nota da bateria (9.17), e caiu para terceiro.
O Oakley Rio Surf Pro International recomeça neste sábado, às 7:30 horas, com as quatro primeiras baterias da quarta fase masculina.
Em seguida, a direção da prova finaliza a categoria feminina. Ao término da decisão entre as mulheres, os homens voltam a entrar em cena.

