
Depois da terceira colocação no Roxy Pro, em Snapper Rocks, Austrália, Jacque Silva quer um bom resultado na segunda etapa do WCT Feminino, que acontece em Fiji, ilha de Tavarua.
“A expectativa é sempre a melhor. Esse
campeonato de Fiji é o melhor porque rolar em condições perfeitas e num lugar lindo. Estou indo amarradona e pra me dar bem”, avisa a vice-campeã mundial de 2002.
A competição será realizada entre 27 de abril e 03 de maio, e distribui US$ 60 mil de premiação.
Na primeira etapa, Jacque fez uma bela campanha nas boas ondas que passavam de 1 metro e só foi barrada na semifinal.
Depois de detonar a australiana Samantha Cornish nas quartas-de-final, Jacque travou um duelo emocionante com Trudy Todd na semi. A aussie largou na frente com uma nota 8.83, a brazuca respondeu com uma onda excelente que lhe rendeu 9.43 pontos, mas Todd voltou à liderança com uma nota 7.50. Jacqueline ficou precisando de 6.90 para vencer o confronto, porém em sua última tentativa os juízes lhe deram apenas 6.33.

“Rolou altas ondas durante a competição e eu estava muito confiante para obter um bom resultado. Na verdade, achei o terceiro lugar show, estava em tanta sintonia com o mar, que pretendia chegar ainda mais longe. Mas bateria é bateria, nunca se sabe o que vai acontecer”, disse Jacque.
A final da prova foi 100% australiana e o título do Roxy Pro ficou com a pentacampeã mundial Layne Beachley, que deixou Trudy Todd precisando de uma combinação de ondas na final e embolsou US$ 10 mil pela vitória.