Circuito Mundial

Isabela encara maratona

Depois de eventos profissionais, Isabela Souza viaja à Indonésia para produzir imagens. Foto: Tony D’Andrea.

A bodyboarder Isabela Sousa embarcou na última terça-feira para o Manapany Pro, que acontece entre os dias 7 e 9 de abril nas Ilhas Reunião.

O evento da IBA (International Bodyboarding Association), maior instituição do bodyboard mundial, oferece 1.000 pontos ao World Women’s Tour e distribui US$ 5 mil como premiação.

Em seguida, Isabela segue para a Austrália, onde defende a liderança do circuito mundial, no Festival Port Mcquaire, que tem janela de espera entre os dias 14 e 23 de abril.

Campeã mundial em 2010 e vice em 2011, a bodyboarder alcançou a liderança do ranking ao conquistar a primeira etapa do circuito mundial na temida bancada de Pipeline, Hawaii.

“Essa será a minha primeira vez nas Ilhas Reunião e sei que a onda é muito potente. Ao terminar o evento de Pipeline fiquei no Hawaii para treinar. Quando retornei ao Ceará, intensifiquei a parte física com o Prof. Lino Décio e fiz fortalecimento com Lávio Andrade. Também surfei bastante nos principais picos do Ceará, visto que o começo do ano é melhor período de ondas por aqui”, lembra Isabela.

Para completar a viagem, a atleta parte para uma surf trip na Indonésia onde produzirá imagens para o seus patrocinadores.  Isabela Sousa conta com patrocínio da Pena e da Secretaria do Esporte do Ceará, além de co-patrocínio das pranchas Genesis.

Clique aqui para acessar o site da Isabela Sousa.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.