Depois de um longo tempo relegada em segundo plano pelos surfistas do Brasil, Imbituba vive um novo momento de prosperidade por sediar a etapa brasileira do circuito mundial.

 

Na metade dos anos 70, as ondas de Imbituba foram descobertas por surfistas cariocas e não demorou para a revista Brasil Surf, então o único veículo especializado da época, publicar fotos das boas direitas da praia da Vila.

 

Porém, uma fábrica de carvão instalou-se na região, afastando os surfistas, que exploravam novos picos como Silveira, na vizinha Garopaba, Guarda do Embaú e arredores.

 

Com o fechamento da fábrica nos anos 90, Imbituba retorna aos poucos à sua vocação de surf-city graças à comunidade local, a cidade passa a ser opção de sede do mundial no Brasil e, na falta de ondas em Florianópolis nos anos anteriores, adquiriu o status de sede principal do tour.

 

 

Como conseqüência, vieram os investimentos públicos e a praia da Vila ganhou uma nova embalagem que valoriza a região.

 

Um deck liga a rua Manoel Florentino Machado ao canto da praia, com local para observação de baleias, escadarias de madeira para facilitar a descida dos banhistas e surfistas à praia, projetadas para não prejudicar a vegetação.

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.