Olá, tchurma! Sumi, mas voltei! Em 15 dias voltei da Califórnia, terminei os estudos, peguei minhas gunzeiras, arrumei as malas e embarquei para o Hawaii!

 

Eu, Diana Cristina, a Tininha, chegamos a Honolulu na última semana e já pegamos altas ondas!

 

A viagem foi show! Fiz meu check-in sozinha em Curitiba, pois meu técnico Tusca estava com o Jihad Kohdr em Floripa.

 

Em São Paulo encontrei Tininha e voamos juntos para Los Angeles e depois para Honolulu.

 

Na alfândega, foi divertido. Na hora de entrar nos Estados Unidos os caras não acreditaram que estávamos viajando sozinhas para surfar no Hawaii.

 

Agora, vamos ficar até dezembro em vários lugares. Primeiro no surf camp da Lisa Andersen.

 

Depois, na casa da Clarissa Moore, uma ótima surfista havaiana, nossa amiga e companheira na equipe Roxy.

 

E, por último, ficaremos na casa alugada pela  Quiksilver brasileira. Vai ser show. Minha segunda temporada tem tudo para ser melhor!

 

Trouxe um quiver de cinco pranchas Canfield. Dá para usar as merrequeiras (5’8) quando o mar está flat. Também tenho uma 6’4 para os mares maiores.

 

É isso, galera. Vou surfar e em breve mando mais notícias do Hawaii.

 

Clique aqui para conhecer o site da havaiana Carissa Moore .

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)