Tâmega acerta o trilho e prepara mais um tubo, desta vez em OTW. Foto: Enigma.

No dia 27 de dezembro do ano passado, embarquei no aeroporto internacional do Rio de Janeiro rumo ao Hawaii. Após longas horas de espera em alguns aeroportos, desembarquei no arquipélago. 

 

Meus amigos, Vitor e Jefinho me direcionaram pro camping em Rocky Point, onde estão a maioria dos bodyboarders brasileiros. O maior objetivo da trip é coletar imagens para próximo filme da marca Enigma.

Cheguei nas ilhas rolando Pipeline com ondas de até quatro metros e boa formação. Muitos atletas internacionais esperavam o Rockstar Games Pipeline Pro e estavam na água. 

 

Paulo Barcellos cava tranquilo antes de ser arremessado nos corais de Pipe. Foto: Enigma.

No segundo dia de Janeiro rolou o maior dia antes da janela da competição, Guilherme Tamega e Paulo Barcelos eram os representantes brasileiros.

 

Destaque do dia para os tubos que Tâmega pegava e também para o infeliz acidente com Barcellos, que bateu com a cabeça no coral após ficar dentro de um profundo e grande tubo.

Começa a janela para o campeonato em Pipeline, que contou com a presença dos melhores do mundo. O evento foi um dos melhores na história, com ondas de até dez pés, com terral e swell alinhados.

 

Tâmega, Hubb, Botha e Amaury Lavernhe das ilhas Canárias, fizeram uma final incrível e arrancaram muitos aplausos dos que assistiram. Foram muitos tubos, baforadas e vôos a todo instante dos trinta minutos de bateria.

Outros brasileiros que competiram não chegaram nas finais, mas pegaram altas ondas. Destaque para Gabriel Zacaro, que só parou no quinto round. Maguinho também mandou bem e por pouco não classifica-se – pegou um tubão que levantou a praia nos momentos finais da bateria.

 

O campeonato foi filmado de dois ângulos, o primeiro posicionado no Backdoor e o outro de frente para Pipeline. As imagens foram produzidas com suporte do amigo bodyboarder Vitor, que tem pego boas ondas no freesurf em Pipe.

Após o Rockstar Games Pipeline Pro, poucas ondas entraram no North Shore. E enquanto Pipe não rola, a galera se diverte em Rocky Point, Off the Wall e outros picos que quebram quando está menor.

 

Magno Oliveira, Luis Villar e Jefinho treinam forte sempre que rola onda boa. O casal Jéssica Becker e Beto Abrantes também treinam bastante buscando aperfeiçoar a linha de onda no Hawaii.

 

Mais informações acesse o site Enigma .

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De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.