É com imenso prazer que informo o começo da temporada havaiana. E tenho certeza deste começo porque se Off the Wall, Pipe e Backdoor estão bombando, o Hawaii está bombando.

Desde a semana retrasada tem rolado altas na meca mundial das ondas. E estes três picos são perfeitos para nosso querido esporte.

 

Tem uma molecada local impregnando o pico, mas como a maioria é bodyboarder, muito respeito e tranquilidade tem rolado no pico.

 

O último sabado foi o dia. Altas ondas de manhã, mar pesado com quase 6 pés e umas bombas fortes bem rasas e sem muito crowd.

Quando rolam essas condições, tem onda em todo lugar e a galera dispersa legal.

Para esta semana nada de muito bom está por vir. A realização do Pipe de bodyboard se tornou uma utopia. Existe uma lei aqui no Hawaii – ela sempre existiu mas os novos governantes apertaram o cinto agora.

 

A lei diz que diz que só pode rolar campeonatos em Pipeline, por exemplo, 16 dias por temporada. Estes dias foram divididos pelos campeonatos mais tradicionais.

 

O pipemasters e o bodysurf O surfe de peito terá

dois dias e talvez ceda um

 

deles para rolar  o Super Tour – como foi no ano passado. O problema agora é que eles querem dinheiro para fazer essa “doação”.

 

O feminino vai rolar, inclusive a organizadora tentou fazer um evento feminino de surf, mas as competidoras não mostraram interesse ela abandonou a idéia.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.