Hansen Energy Pro rola com altas ondas

No último sábado (22/02), o mar subiu em Pipeline, Hawaii, com ondas entre 6 e 8 pés tornando as disputas mais eletrizantes no Hansen Energy Pro, terceira etapa do WQS de 2003.

 

O evento tem nível 3 estrelas e distribui US$50 mil em prêmios, com prazo de encerramento até 02 de março.

 

Os maiores destaques do dia foram o aussie Andrew King, o norte-americano Chris Ward e os havaianos Fred Patacchia e Jamie O’Brien, todos arrancando uma nota 10 dos juízes em suas respectivas baterias. 

 

O sábado teve também alguns desastres, com os locais Johnny “Boy” Gomes e Aamion Goodwin sentindo o impacto das potentes ondas de Banzai Pipeline. O primeiro a se machucar foi Goodwin, que se atirou em uma morra e levou uma vaca sinistra, se arrebentando no recife e sofrendo várias escoriações pelo corpo, além de um corte profundo na cabeça.

 

Em seguida, foi a vez de Johnny se dar mal ao desafiar as “bombas” que quebravam em Pipe. O local teve sua prancha partida ao meio e acabou sofrendo uma forte torção no joelho.

 

Quem não teve chance de encarar o peso das ondas neste sábado foi o carioca Yuri Sodré. É que os organizadores do evento colocaram na água as oito baterias restantes do segundo round e quatorze baterias da terceira fase.

 

Yuri está escalado como cabeça-de-chave na 16a. e última bateria, onde enfrenta os locais Makua Rothman, David Cantrell e Kaipo Jaquias.

Para delírio dos bodyboarders de plantão do fórum do Waves, Kainoa McGee repetiu a vitória obtida na estréia e garantiu vaga nas oitavas-de-final da competição. Kainoa não se intimidou com a presença do norte-americano Shane Beschen em sua bateria e, junto com Che Stang (EUA), despachou o californiano e o local Nainoa Surratt.
          

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.