SuperSurf

Halley, cometa nordestino

Válido como etapa cinco estrelas do WQS, o SuperSurf International recomeçou nesta sexta-feira (7/5) em Itamambuca, Ubatuba (SP). As ondas quebraram em torno de meio metro com séries maiores e todas baterias do terceiro round foram realizadas. Agora são apenas 24 competidores na briga pelo título.

 

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Detentor do recorde de melhor onda do evento (8.50) até o momento, o pernambucano Halley Batista, mais uma vez fez uso da habilidade nos aéreos para garantir sua passagem ao quarto round.

 

Em confronto dominado pelo baiano Franklin Serpa, Halley voou muito alto em um aéreo double grab rodando e arrancou 7.67 dos juízes, a segunda melhor nota do dia, para com 11.74 pontos somados saltar ao

primeiro posto do duelo instantes antes do término e deixar o baiano na segunda posição com 11.07. Ambos despacharam o cearense Edvan Silva e o peruano Gabriel Villaran.

 

Nesta entrevista, Halley Batista conta como foi sua bateria e fala sobre a valorização dos aéreos pelos juízes.

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.