Líder do catarinense

Gui Ferreira troca uma idéia

Guilherme Ferreira, campeão da primeira etapa do circuito catarinense profissional 2008 na Mole (SC). Foto: Basílio Ruy / Fecasurf.

O catarinense Guilherme Ferreira, vencedor da abertura do circuito catarinense profissional na praia Mole (SC), esteve no pódio do circuito gaúcho, na semana anterior.

 

Em um momento de folga, no litoral norte gaúcho, o atleta bate um papo rápido e exclusivo com o site Waves.

 

Como foi o evento do Rio Grande do Sul?

 

Primeiro quero agradecer a FGS por colaborar com o surf profissional. Eles já realizaram três eventos em três meses e coincidiu da ondulação estar boa em Torres (RS). As ondas estavam bacanas e me proporcionaram mais uma final. Estou feliz!

 

Qual a tua expectativa no cenário de 2008?

 

Estou na minha décima temporada como profissional e já sou bastante experiente. No momento, por falta de bons patrocínios, estou participando dos circuitos Gaúcho, Catarinense e Paranaense. Participarei também das etapas do WQS no Sul. Assim que conseguir um bom apoio, batalharei por uma vaga no Circuito Brasileiro Profissional.

 

Quais são seus patrocínios e que pranchas você usa?

 

No momento surfo com uma prancha do John Carper, com a qual fui campeão brasileiro aos dezoito anos. O shape do havaiano está me impulsionando bastante. Quanto aos patrocínios, corro atrás. Estou com apoio da Academia Forma e da Lanchonete Kiuaka.

Gostaria de deixar algum recado pra galera?

 

Em primeiro lugar, quero agradecer o apoio total que recebo de minha família e dizer que estou aberto a negociações neste inicio de temporada, para colocar no pódio e nas minhas pranchas o nome dos verdadeiros apoiadores do surf brasileiro. Valeu galera!

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.