Billabong Girls Pro

Garotas invadem o Rio

Silvana Lima chega junto para as disputas do Billabong Girls Pro 2008. Foto arquivo: Aleko Stergiou.

A cidade do Rio de Janeiro vai se transformar na capital mundial do surf feminino com a chegada do Billabong Girls Pro Rio.

 

Entre os dias 8 e 18 de setembro, cerca de 80 atletas de diversos países estarão disputando os US$ 105 mil de premiação e 1.500 pontos no ranking do circuito mundial.

 

Depois de dois anos seguidos em Itacaré (BA), este ano o Billabong Girls Pro aterrissa na Cidade Maravilhosa, trazendo todo seu charme para a praia da Barra da Tijuca.

 

O evento terá também uma segunda estrutura montada na praia da Macumba, caso as condições para o surf na Barra não sejam as ideais.

 

?O Rio de Janeiro foi por alguns anos sede das grandes competições mundiais de surf e estamos muito satisfeitos de trazer de volta à cidade um evento deste porte. Estamos trabalhando com duas opções de estrutura em duas praias distintas para aproveitar melhor as condições do mar. Com isto, o Billabong Girls Pro promete manter o sucesso dos dois anos anteriores e passa a fazer parte do calendário esportivo da cidade?, explica Gustavo Belloc, gerente de marketing da Billabong.

 

O Billabong Girls Pro é composto por dois eventos, o ASP World Qualifying Series (WQS), divisão de acesso à elite do surf mundial, e o ASP Women?s Word Championship Tour (WCT), primeira divisão de surf profissional.

 

A 11ª etapa do WQS, que acontece nos dias 8 e 9 de setembro, conta com a participação de diversas atletas do Brasil e do mundo, que disputam os 1.500 pontos no ranking da divisão de acesso e o prêmio de US$ 20 mil.

 

Já o seleto grupo de 17 surfistas que formam a divisão da elite do surf mundial, disputa a quarta etapa do WCT, que conta com US$ 85 mil em prêmio.

 

A peruana Sofia Mulanovich é a atual líder do ranking WCT. As brasileiras Silvana Lima e Jacqueline Silva dividem a 11ª posição no ranking e lutam para estarem no grupo das 10 melhores surfistas que serão mantidas na principal divisão do surf mundial.

 

Já no WQS, a única brasileira que está se classificando para o ano que vem entre as seis que sobem pelo WQS, é a paranaense Bruna Schmitz, que ocupa o sexto lugar no ranking.

 

O Rio de Janeiro, conhecido por suas belezas naturais e por ser considerado o berço do surf brasileiro, voltou com tudo ao calendário internacional nesse ano, sediando importantes campeonatos do circuito mundial.

 

O surf, além de ser um dos esportes mais praticados no Brasil é hoje um estilo de vida adorado por muitos, que durante as principais competições mundiais vêm de inúmeros lugares para torcer pelos melhores surfistas do planeta.

 

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